Às
vezes as coisas vão bem, outras vezes nem tanto. A crise está instaurada e
tanto a produção quanto as vendas estão em queda. As medidas tomadas pelo
governo ao invés de incentivar a aquisição de produtos e serviços como fizeram
em plena crise de 2008, agora opta por inibir o consumo e corrigir os preços
dos combustíveis, energia elétrica e agora água e esgoto; que obrigatoriamente
serão repassados para os preços dos produtos e serviços gerando mais inflação,
menos vendas e mais desemprego. É um circulo vicioso preocupante e perigoso.
Tenho
visto diversos empreendedores em situação financeira difícil. A elevação da
taxa de juros e a restrição ao crédito tornaram bem mais complicada a
recuperação dessas empresas. Lojas tradicionais estão fechando as portas por
não suportarem os elevados custos e a alta taxa de impostos para a manutenção
do negócio.
Como
consultor financeiro preciso alertá-los para o fato de que na crise surgem ótimas
oportunidades; mas, apenas para aqueles que possuem reservas. E para
construí-las devemos:
·
Ganhar antes de gastar;
·
Planejar gastos;
·
Gastar menos do que se ganha;
·
Buscar aumentar a receita sem elevar o risco.
Fazer
no necessário o suficiente é o início da mudança para o consumo inteligente. Aquela
compra de passeio, aquela ida despretensiosa ao shopping deve ser agora planejada.
Restringir os gastos no cartão de crédito é uma dica para evitar o
endividamento.
E,
caso não resista a aquele apelo de compra, tente responder a essas perguntas
antes de bater o martelo:
_ “Eu
quero?”
_ “Eu
posso?”
_ “Quando
poderei?”
_ “Eu
realmente preciso disso?”
E,
se após essas quatro respostas você ainda estiver firme em sua compra faça bom
proveito e tente economizar em algum outro item ou repor esse gasto com receita
alternativa.
Apertem
os cintos para que possamos tirar proveito das oportunidades que fatalmente
surgirão.
Boa
sorte e bons negócios.
Celso Cunha

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