Essa máxima se aplica a tudo em
nossas vidas. Quanto maior o crédito
maior serão as parcelas à serem quitadas. Quanto maior a expectativa maior a
decepção. Quanto maior o empenho maiores as chances de vitória. Quanto maior o
risco maior deve ser o retorno e assim vai.
Almoçando com um amigo de longa data,
conversando sobre as dificuldades que a vida nos apresenta, concluímos que
todos passamos por etapas de grande dificuldade financeira; alguns se
recuperaram em todo ou parte, outros se afundaram ao ponto de desistirem e
poucos conseguiram superar aa dificuldade e estão em patamares superiores a
situação anterior a queda.
Alguns sugerem motivos palpáveis,
outros abstratos: o destino, o realinhamento dos planetas ...mas, o fato
preponderante são as escolhas. Não há como viver sem optar por um ou outro
caminho.
Um ex-diretor de uma corretora de
valores morador de Ipanema, ídolo nos bons tempos agora vivia de favor em um
cômodo de fundos no subúrbio com um salário mínimo de aposentadoria do governo.
Um ex-cliente top do mercado perdeu tudo e muito mais do que possuía em uma
operação mal calculada, algo em torno de US$120 milhões. Um doleiro, filho de banqueiro que na época
morava em uma cobertura tríplex no Leblon passou para um apartamento alugado de
dois quartos nas laranjeiras. Causas trabalhistas julgadas a revelia levaram
boa parte do que um amigo construiu por mais de trinta anos; e cada um com sua
história particular assumindo suas perdas tentando permanecer no jogo e
resistir ao suicídio. Palavra forte, mas todos, sem exceção chegaram a pensar
nesse ato extremo. A sensação de perda,
o desânimo, a falta de perspectivas, a depressão. Somos seres emotivos, mesmo
que alguns não assumam ou não aparentem ser, todos sentimos os golpes; uns mais
outros menos. Lembro que em 1985 um empresário, sócio de uma corretora de
valores na Avenida Rio Branco, Centro do Rio de Janeiro se suicidou no próprio
escritório. Ficamos perplexos ao saber que se desfizesse de todo se patrimônio
para quitar suas dívidas ainda restariam US$1.000.000,00. Como poderia uma pessoa fracassar ou se
sentir assim com um milhão de dólares? Décadas depois eu estaria nessa posição.
A vaidade. Essa é a síntese dos sete pecados capitais. O
ego ferido a baixa auto estima e o despreparo para lidar com a situação, os
pontos críticos.
A quebra da empresa própria, o
desacordo entre sócios a desonestidade de parceiros, divórcio, má avaliação de
riscos e erros de avaliação na concessão de crédito, inadimplência de clientes
O importante é continuar no “jogo”,
seguir tentando, nesse caminho ou em outro. Go on my friend, go on. And D’ont look back. Stay a live, live again.
Bons negócios e boa sorte.
Celso
Cunha

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ResponderExcluirPorque meu comentário foi apagado? Sou um cidadão e tenho o direito de expressar a verdade seja como for! Só disse a verdade... um cidadão, o autor, é incompetente e sem ética, que até faz mas sem respeito e capacidade o fazer perde a razão! Não admito que meu comentário seja retirado! Quantas vezes retirar quantas vezes vou repetir!
ExcluirExcelente texto . Parabéns .
ResponderExcluirExistem os que fazem e os que criticam sem fazer. Costumo ignorar essa segunda classe.
ResponderExcluir.... para o fazer ser realmente fazer tem que ser feito por pessoas competentes, éticas e com inteligencia suficiente para receber as verdadeiras críticas.... Não admito retirar meu comentário!
ExcluirPorque meu comentário foi apagado? Sou um cidadão e tenho o direito de expressar a verdade seja como for! Só disse a verdade... um cidadão, o autor, é incompetente e sem ética, que até faz mas sem respeito e capacidade o fazer perde a razão! Não admito que meu comentário seja retirado! Quantas vezes retirar quantas vezes vou repetir!
ResponderExcluirParabéns meu amigo, cada dia mas, você nos surpreende com as suas palavras de incentivos e ensinamentos.Deus te ilumine sempre.
ResponderExcluirPara mim surpreende com a falta de vergonha e ética!
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